Programa de Embrutecimento

20 jun

Pessoal,

Eu e o Icaro Iasbeck conversando sobre a revitalização da comunidade Bodyweight Culture, e seu objetivo inicial, incentivar exercícios com peso do corpo, e incentivar a Brutalidade física para interessados e praticantes de Parkour(acredito que a maioria da comunidade)

A idéia é semanalmente postar uma “idéia imbecil” para ser seguida por cada um e que tende a se dificultar ao longo do tempo, para que todos os interessados acabem evoluindo junto. Pretendo junto desse programa, montar modelos de treinos “prontos” para cada um seguir caso não tenha um modelo próprio, e assim todo mundo embrutecer.

As metas serão postadas no Decimadomuro.com e consequentemente na comunidade. Não deixem de compartilhar suas opiniões, dificuldades e idéias com a gente.

Nesse domingo, nossa “idéia imbecil” consiste em fazer:

200 Flexões
100 Barras

e assim com o tempo vamos dificultando as tarefas!

Essa iniciativa se deu ao grande sucesso do episodio 5 do podkast com k, que trata sobre brutalidade, e treinos físicos, se você ainda não ouviu, ouça e inspire-se!

Abraços

Por que desistimos?

13 jun

Por que desistimos?

Quando os treinos são muito duros tendemos a desistir, uma voz na nossa cabeça fica nos dizendo a cada segundo: “depois disso eu paro”. Alguns ouvem a voz outros ignoram e seguem em frente. A diferença entre quem continua e quem desiste é nítida não só em resultados, mas em postura e compreensão do preço pago por cada uma das habilidades novas.

Quantas vezes durante a corrida, você não pensou que depois daquele poste de luz você ia parar? que depois da terceira série de flexões você ia parar porque não dava mais? que depois da 20a repetição você ia pra casa, que já estava bom? isso acontece o tempo todo com todo mundo.

Criamos limites na nossa mente o tempo todo, e que tentam determinar quando desistir, quando deixar de fazer algo, é como uma forma de auto-proteção. Temos medo de ficar muito dolorido depois, de não conseguir treinar movimentação depois do treino físico, de ter que passar 3 dias para treinar de novo por causa das dores, temos medo de muitas coisas que nos dizem para parar.

Mas não só o medo, temos pena de nós mesmos, sempre achamos que estamos nos esforçando demais, dando tudo de nós, temos pena quando vemos outras pessoas fazendo, e assim temos pena quando fazemos, e assim queremos parar. Tudo num treino nos diz para parar, a pessoa que guia os treinos quer nos ver caído no chão e dizer que não conseguiu, a pessoa que está do nosso lado quer nos intimidar dizendo que o treino está fácil, nós com nossa auto-piedade continuamos nos dizendo que está muito duro, que não vamos agüentar. Todo o tempo tudo nós diz para parar.

Devemos treinar um dia de cada vez, fazer tudo que pudermos hoje, sem se importar com o próximo, treine como se fosse seu ultimo treino. Não se importe com o amanha, com as dores, com o cansaço, se o corpo falhar, pare, respire, vomite se precisar, lave a boca, e volte pro treino. O Importante é não desistir.  Quando desistimos num treino, não estamos desistindo do treino, estamos desistindo de nós mesmos.

Por isso “cultivar” o espirito da “brutalidade” é importante para nós, Para quem treina qualquer modalidade esportiva. Não só ser destaque é o objetivo do treino mais pesado, não é a melhora física, muito menos a melhora técnica. O Maior ganho da “brutalidade” é psicológico, é entender do que somos capazes, aonde podemos chegar.

Gostaria de que todos que não ouviram o podkast por achar que o assunto foge do seu interesse, pense que é uma oportunidade para ver o assunto de uma perspectiva diferente, divertida e nunca é tarde para ser bruto!

Sobre o Podkast #5 – Senso de Humor

12 jun

Amigos Tracers,

Recebi algumas reclamações sobre comentários feitos no Podkast com K – 005 – Brutalidade, e gostaria de não deixar passar em branco a oportunidade de me(nos) retratar publicamente sobre isso.

Em primeiro o Podkast tem o intuito de divertir e informar, deixando bem claro que alguns episódios serão altamente informativos e sérios, outros serão apenas descontraídos e com foco na diversão dos ouvintes, como foi a idéia deste primeiro episódio sobre brutalidade (muitos sobre o mesmo assunto ainda vão vir!) foi divertir, passar exemplos e histórias de fatos que aconteceram em nossas vidas.

Tracers de Goiânia se sentiram ofendidos com meus comentários, e disseram que generalizei falando daquela forma, mas entendam gente quando estivermos falando de brutalidade, vamos ser exagerados, fazer de tudo para ser grossos, e generalizador, simplesmente para ser engraçado, não queremos ridicularizar ninguém, nem fazer graça através de ofensas, mas não ofendemos ninguém diretamente, apenas contamos uma história que aconteceu (e aconteceu mesmo!), todos sabemos que existem pessoas, e pessoas.

Em Brasília tem gente que treina todos os dias 4 horas por dia, e gente que treina 1x por ano, por 10 minutos, assim como em todo lugar vai ter gente dedicada, e gente fraca.

Treinei com pessoas absurdamente fortes de Goiânia, mas também treinei em um grupo de 15 Pessoas que NINGUÉM conseguiu terminar o treino, continuou comigo e outros 2, por mais uma hora depois que já haviam desistido. Mas entendam que estamos tratando de entretenimento, e só queremos divertir os ouvintes, riam também, deixem o ego um pouco de lado as vezes, e vamos nos divertir!

Abraços, e desculpem qualquer mal entendido!

Podkast com K – 005 – Brutalidade

10 jun

Olá Senhores,

Sejam bem vindos ao 5º episódio do PodKast co K. Dessa vez, Alberto Brandão (decimadomuro) e Bruno Rachacuca (PKMAX Parkour) debatem sobre BRUTALIDADE, é assim mesmo em caixa alta.

Ao lado dos traceurs Pedro Santigas e Mestre Conrad (PKMAX Parkour) o discute-se o tema a partir de referências brutas do próprio Parkour, como David Belle itself, Blane e principalmente Yahn Hnautra do Mjestic Force / Yamakasi. E referências brutas de fora do Parkour, advindas de filmes como o 300 e o treinamento realizado no Gym Jones, por exemplo.

A seguir, links externos de pontos relatados no PodKast:

Vídeo do Yahn Hnautra: http://www.youtube.com/watch?v=dwOvTA8bAnA

Trailer do 300: http://www.youtube.com/watch?v=wDiUG52ZyHQ

Embrutecimento avançado da Gym Jones: http://www.gymjones.com/knowledge.php?id=36

Divirtam-se e fiquem à vontade para nos mandar emails com suas dúvidas e sugesões:

alberto@parkour.com.br (ou de cima do muro, não sei)

bruno@pkmaxparkour.com

Comente abaixo seu próprios métodos de embrutecimento.

Até o próximo.


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Convite – Teste de Potência Anaerobica dos Membros Inferiores

8 jun

Tracers,

Poliana Sousa, Graduada em Educação Física pela Universidade Católica de Brasilia e Traceuse a 5 Anos junto com Raphael Mafra Especialista em Musculação e Treino de Força (UNB), estão convidando todos os Tracers de Brasília (inicialmente) para um teste de Potência Anaeróbica dos Membros Inferiores. A Principio o teste será feito em Brasília, e possívelmente também acontecera no 4o Encontro Mineiro de Parkour e no Encontro Brasileiro de Parkour no fim do ano.

Seguem Detalhes:

Poliana Sousa CREF 6191 G-DF (8139-1666)

- Graduação Educação Física UCB/ Praticante de parkour desde 2005

Raphael Mafra CREF 5481 G-DF

- Especialista em Musculação e Treinamento de Força (UnB)

- Graduação Educação Física (UCB)

Dia:     13 de junho (domingo), 2010

Local: Setor Comercial Sul – Em frente ao paredão de 3 metros (de tijolinhos)

Subindo a galeria do metrô em direção ao Pátio Brasil

Hora:   Às 13:00h

A pesquisa terá como objetivo avaliar a potência anaeróbia de membros inferiores por meio de três protocolos de testes.

O primeiro teste, baseado em corridas (sprints), é denominado RAST (Running-based Anaerobic Sprint Test) e consiste na realização de 06 (seis) sprints de 35 (trinta e cinco) metros em máxima velocidade, com intervalos de 10 (dez) segundos entre cada sprint.

O segundo teste é denominado Salto Vertical e consiste em realizar 03 (três) saltos almejando o maior deslocamento vertical possível. Este simula o salto “precision”.

O terceiro teste é denominado Salto Horizontal e, semelhante ao anterior, consiste em realizar 03 (três) saltos almejando a maior altura possível. Ainda, serão coletados dados antropométricos (estatura, massa corporal, circunferências corporais e dobras cutâneas) para demais cálculos relativos ao estudo.

ATENÇÃO: Durante os testes algumas mudanças fisiológicas podem ocorrer, incluindo respostas anormais de pressão arterial, sensação de cansaço, irregularidades na freqüência cardíaca, desmaios, entre outros. Existe a possibilidade de ocorrer estiramento e dores musculares 24 ou 48 horas após o teste. Todos os dados pessoais obtidos na pesquisa serão mantidos em sigilo e é garantido ao voluntário a liberdade de retirar-se do estudo a qualquer momento. Os resultados do teste serão utilizados com fins acadêmicos e pesquisas que visam melhor caracterizar a modalidade parkour.

REQUISITOS:

  1. Maiores de 14 anos
  2. Treinam parkour a pelo menos 1 ano e no mínimo 2 vezes na semana
  3. Não apresentar lesões articulares ou musculares
  4. Não executar exercícios físicos no dia anterior, ou antes, do teste
  5. Não alongar a musculatura
    SUGESTÕES:
  1. Durma bem na noite anterior
  2. Ingira alimentos leves no almoço
  3. Hidrate-se antes do teste
  4. Chegando ao local procure algum avaliador.

Preconceito contra Parkour e Tracers?

28 mai

Quem nunca foi impedido de treinar em algum lugar? alguma área comercial? um prédio residencial? ou até foi hostilizado por alguém no meio da rua? Muita gente diz sofrer de preconceito por praticar Parkour, mas vamos entender direito isso…

Vamos aceitar, a sociedade está ai muuuuito antes da gente calçar nossos tênis e sair por ai subindo paredes, pulando dos muros, e equilibrando nos corrimãos das escadas, nós destoamos o cenário, e precisamos ter muito cuidado quando fazemos isso.

Temos o instinto de nos revoltar e berrar aos ventos que estamos no nosso direito de ir e vir, e que podemos estar ali utilizando o espaço tanto quanto as pessoas que estão apenas, nas passando – E SIM TEMOS ESSE DIREITO – mas devemos lembrar também que vivemos numa sociedade civilizada, e que nosso direito começa aonde o do outro acaba, todos temos nossas obrigações, e nossos deveres dentro dessa sociedade, e como Parkour nós somos os diferentes, então nós temos que provar que não estamos ali para fazer bagunça, e sim para nos divertir, treinar, e aproveitar o dia da nossa maneira.

Nos vestimos diferente, normalmente não estamos bem arrumados quando estamos treinando, nossas roupas estão sujas, nossas mãos quase preta, normalmente mesclando uma mistura de asfalto, poeira negra, e sangue. Nosso rosto pinga suor, estamos distante daquela correria que está acontecendo, não estamos nos preocupando com absolutamente nada além do que estamos fazendo, é como uma meditação zen-budista, um estado de espirito que encontramos através do treino, isso é o que sentimos, o que somos, mas as outras pessoas não sabem disso.

Se não tratarmos os guardas que reclamam da nossa presença com educação, seremos vistos como arruaceiros, que discutem com guardas, se não tratarmos os senhores mais velhos que vem reclamar do que estamos fazendo, seremos vistos como agressores de pessoas mais velhas, se sujarmos o lugar onde treinamos, deixando garrafas de água, papeis, sacos plásticos e embalagens  seremos visto como bagunceiros e nossa presença será sempre vista como hostil, ai sim, seremos marginalizados e existirá um preconceito contra a gente.

Temos que mostrar que somos educados, diferentes, que aceitamos críticas e que não nos perturbamos com broncas. Conversamos como adultos, e explicamos o que estamos fazendo, mudamos de local de treino se for necessário, não discutir, e não brigar deve ser uma prática comum no nosso mundo, só assim as pessoas nos respeitarão no futuro. Nosso visual durante o treino é agressivo, não demonstra poder aquisitivo, classe social, nível de escolaridade, e nem preocupação com a imagem. Somos facilmente confundidos com pichadores, usuários de drogas, e outras “tribos” que se reúnem em grupo pelo meio da rua, raramente pessoas ficam no meio da rua atoa.

Inicialmente pode não fazer diferença, mas num futuro isso se tornará o diferencial entre o Parkour, e outras atividades praticadas na rua, respeitar o próximo, com educação, e dando o devido espaço, cada um no seu lugar, cada um no seu jeito.

Respeitem as pessoas a sua volta, a gente precisa dar respeito, para receber esse respeito de volta. O Preconceito existe quando as pessoas não nos entendem, precisamos mostrar quem somos, e que não somos um problema para a sociedade moderna, e sim uma solução.

Abraços!

Liberdade e Conseqüências

24 mai

Existem coisas que entristecem, recentemente divulgou-se um belíssimo video com parkour limpo e seco, sem enfeites, mostrando todo potencial e eficiência que a prática pode mostrar, é simplesmente LINDO.
E dentre uma dessas comunidades onde o video foi disseminado eu vi um comentário que reflete totalmente meu medo em cima da aceitação de giros no Parkour, e que me fez lutar contra acrobacias anos e anos da minha vida, até ser um pouco radical e extremista eu diria, mas ninguém me ouviu na época.

Meu maior medo quando começamos a tratar  giros como Parkour foi, associar a prática diretamente aos movimentos ineficientes, e que com o tempo uma coisa acabasse sendo parte da outra mudando o foco do Parkour como foi desenvolvido. Os argumentos eram sempre que todos sabemos o ideal do Parkour, mas que durante os treinos não tem nada demais girar, e eu CONCORDO, mas quem está chegando agora não esta entendendo mundo bem do que se trata. Toda ação tem uma consequencia, e essa foi a consequencia da nossa Liberdade de movimentos.

Ao ler alguém questionando a falta de giros em um video lindo, com um Parkour simples, leve , e eficiente, vejo como o que era pra ser um “atrativo dos vídeos”, acabou se tornando parte integrante, e o que era pra ser normal, não ter giros nos videos, acabou sendo diferente e questionado. Acrobacias devem ser a “Pimentinha” do Parkour, só para sair da mesmice dos treinos, brincar com algo um pouco mais complexo, trabalhar um pouco da coordenação, mas nunca ser o objetivo dos treinos…

Ou você acha que os vídeos do Damian Walters realmente são vídeos de Parkour?

Que tal uma campanha, mais Parkour menos giros? (pelo menos nos vídeos).

Abraços

O video citado no post:

blah

Parkour contra competições

22 mai

Parkour surgiu com uma origem militar, com o objetivo de resgatar feridos, e ser evasivo, alcançar pontos remotos de forma rápida, eficiente e determinada.

Mas a nova leva de competições acaba apagando esse espirito, pouca gente trata o Parkour de acordo com o que foi criado originalmente, o video de “Parkour” mais visto do mundo tem MILHÕES de visualizações, e absolutamente nenhuma cena do que podemos considerar Parkour. Mas todo mundo diz “melhor Parkour do mundo”, Será?

Eu assisti todos os campeonatos de Parkour que já fizeram, todos os modelos, todas as franquias, e em absolutamente TODOS alguém saiu seriamente lesionado, está certo isso? Passei anos ensinando a todos os que treinaram comigo e que começaram comigo que o Parkour é uma atividade para toda vida, e que se você se lesiona, seu tempo de treino se reduz, e suas habilidades também. Nós treinamos para transpor obstáculos, mas com uma perna quebrada, mal conseguimos sair da cama.

Não vou citar todo o Manifesto do “Pro Parkour – Against Competition”, vou dar minha opinião pessoal.

Campeonatos de Parkour são perigosos, não são atraentes visualmente como as pessoas esperavam, e não agregam absolutamente nada a prática real do Parkour. Não falo quanto a giros e movimentos “ineficientes”, todos gostamos, todos fazemos. Mas acredito que se arriscar dessa forma simplesmente pelo entretenimento de outras pessoas acaba sendo injustificável. Não somos como nas lutas onde nosso objetivo é derrotar alguém, nosso objetivo é ajudar alguém, salvar alguém, nos salvar.

Então avalie sua opinião sobre competições do Parkour, não questiono os que participam, a grande maioria deles foi para os campeonatos pela viagem, pela diversão, pela galera. Mas o que define se isso vai pra frente ou não, é nossa aceitação.

Abraços!

Le Parkour –> Parkour

22 mai

Em lugar primeiro gostaria de desculpar pela falta de posts, mas a vida adulta tem consumido algum tempo, mas como eu já vinha prevendo isso, os artigos do blog são feitos para serem atemporais, ou seja, não importa se você os lê hoje, ou daqui a 20 anos, eles devem ter o mesmo efeito, o blog também é para ser um guia para quem ta ch

egando, então dispensa a necessidade de posts mais frequentes.

Infelizmente não estou mais com a câmera para continuar filmando os tutorias, mas pretendo pegar nos próximos dias para voltar a gravar algumas coisas.

Mas o assunto que me traz aqui nessa sexta feira 1:00 da manhã é que nossa popular rede de relacionamentos o Orkut vai passar em breve, a proibir a mudança nos nomes das comunidades, e o que isso tem a ver? Todos temos comunidades de Parkour com a grafia “errada” eu mesmo tenho uma “Le Parkour Brasília”, e o ponto é padronizar os nomes, tirando o “Le” dos títulos das comunidades, e deixando as comunidades com nomes certos, assim como expliquei no post sobre “O LE PARKOUR“.

Então se você possui uma comunidade de parkour, e que o nome esteja errado, entre no movimento e corrija a sua comunidade, vamos ajudar para que o Parkour seja disseminado da maneira correta, e sem ruídos!

Abraços!

Documentário – Parkour Feminino

13 mai

Toda menina tem vontade, mas nem todas tem coragem de fazer.
Recebo muitos e-mails de meninas que tem vontade de treinar e acaba tendo medo de tentar treinar,
medo de se machucar, do que as pessoas vão pensar, e das dificuldades que uma atividade aparentemente
de “meninos” pode apresentar.

Isis Ribas e Eliane Navas estão esse pequeno “Documentário” feito pelo “o bigode do gato” para falar da realidade delas, e provar que Parkour não divide os sexos.

Clique e confira!