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	<title>Parkour - De Cima do Muro &#187; Começando</title>
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	<description>Ajudando iniciantes a conhecer a arte do deslocamento, praticar o Parkour e viver com qualidade.</description>
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		<title>Workshop &#8211; Decimadomuro &#8211; Academia Tracer</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 20:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu estarei dando um pequeno Workshop de Parkour na sexta-feira as 19:30 na academia Tracer, em São Paulo (clique aqui para mais informações). O Treino vai ser um misto de como eram os treinos no inicio do Parkour em Brasília, mais voltados para o físico e bastante repetição e movimentação. Para quem não treina e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_912" class="wp-caption aligncenter" style="width: 506px"><a href="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/07/Tracer_oficial3.png"><img class="size-full wp-image-912 " title="Tracer_oficial" src="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/07/Tracer_oficial3.png" alt="www.tracer.com.br" width="496" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">-</p></div>
<p style="text-align: left;">Eu estarei dando um pequeno Workshop de Parkour na sexta-feira as 19:30 na academia Tracer, em São Paulo<a href="http://decimadomuro.com/onde-treinar/" target="_self"> (clique aqui para mais informações)</a>. O Treino vai ser um misto de como eram os treinos no inicio do Parkour em Brasília, mais voltados para o físico e bastante repetição e movimentação. <strong>Para quem não treina e tem curiosidade de ter um primeiro contato</strong>, é uma excelente chance para fazer uma aula experimental na primeira academia de Parkour do nosso país.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Para quem já treina</strong> é uma boa oportunidade de rever os amigos e encontrar a galera toda, conto com a presença de todo mundo!</p>
<p><strong>Quando e onde?</strong></p>
<p>Sexta Feira, 29 Julho, 19:30<a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=R.+Cardeal+Arcoverde,+2210+-+Pinheiros,+S%C3%A3o+Paulo+-+S%C3%A3o+Paulo,+Brasil&amp;aq=1&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=60.806372,135.263672&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Cardeal+Arcoverde,+2210+-+Pinheiros,+S%C3%A3o+Paulo,+Brazil&amp;z=17"><br />
R. Cardeal Arcoverde, 2210</a> – Pinheiros – São Paulo, SP<br />
E-mail: <a href="mailto:academia@parkour.com.br">academia@parkour.com.br</a><br />
Telefone: (11) 4119-5544</p>
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		<title>De mulher pra mulher&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 17:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnaAntar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente levantei uma breve pesquisa sobre as mulheres que treinam Parkour e há quanto tempo treinam. Pesquisei sobre o índice de evasão e, o que pude perceber é que existe muito folclore sobre o tema de um modo geral. Primeiro: mulheres deixam a prática tanto quanto homens, a diferença crucial é que como existem menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_843" class="wp-caption alignright" style="width: 254px"><a href="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/06/Femaileparkour1.png"><img class="size-full wp-image-843  " title="Femaileparkour" src="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/06/Femaileparkour1.png" alt="" width="244" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">fotos de girlparkour.com</p></div>
<p style="text-align: left;">Recentemente levantei uma breve pesquisa sobre as mulheres que treinam Parkour e há quanto tempo treinam. Pesquisei sobre o índice de evasão e, o que pude perceber é que existe muito folclore sobre o tema de um modo geral.</p>
<p>Primeiro: mulheres deixam a prática tanto quanto homens, a diferença crucial é que como existem menos mulheres que treinam, ao sair uma mulher, temos a impressão de que a evasão foi muito maior. Mas por que temos tão poucas mulheres treinando?</p>
<p>“Iniciar no Parkour é fácil, o difícil é continuar” — Isso todo mundo já sabe. O que difere entre homens e mulheres é que é a verdadeira questão. De um modo geral, temos uma pequena diferença no perfil dos praticantes. Mulheres tendem a começar com um pouco mais de idade, em torno dos 17 aos 19 anos no mínimo, enquanto homens geralmente começam mais novos, por volta dos 14, 15 anos. Você deve estar se perguntando: E daí? Pois bem, essa sutil diferença muda quase tudo. Com mais idade as prioridades são outras, como faculdade, trabalho, filhos&#8230; Isso gera um desgaste e reduz demasiadamente o tempo. Dessa forma, para vingar nos treinos é preciso muito mais do que habilidades corporais. É necessário ter muita força de vontade.</p>
<p>Outro ponto forte para a desistência de algumas mulheres é uma constante queixa de preconceito e assédio por parte dos garotos. Esse ponto em especial, apesar de delicado é raríssimo, pois, geralmente, as mulheres são muito bem recebidas e incentivadas a continuar e, apesar de existirem histórias, não conheço nenhum caso de preconceito explicito, pelo menos não por causa do sexo do praticante. O que vejo é muita menina preguiçosa jogando a culpa nos garotos para parar de treinar.</p>
<p>Todo primeiro passo é difícil e geralmente leva ao chão. A questão é saber levantar, porque o caminho é tortuoso e temperado com pedregulhos. Portanto, salte.</p>
<div id="attachment_850" class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><a href="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/06/1104gallery_kat03.jpg"><img class="size-full wp-image-850   " title="1104gallery_kat03" src="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/06/1104gallery_kat03.jpg" alt="" width="504" height="295" /></a><p class="wp-caption-text">fotos de girlparkour.com</p></div>
<p>Há algum tempo vem ocorrendo iniciativas de meninas de diversas partes do Brasil e de fora dele a fim de difundir o Parkour feminino, incentivando garotas a começar a treinar e dando suporte para as que já treinam conseguirem se desenvolver na prática. Essas iniciativas são de grande valia para a difusão da cena do Parkour como um todo, entretanto, existe uma tendência sexista de alguns desses grupos que tendem a superiorizar a imagem do Parkour feminino. É importante saber que existem mulheres que treinam, só temos que tomar cuidado, pois, não nos tornamos mais especiais porque treinamos, nem estamos numa competição contra os meninos. Na verdade, todos fazem parte desse todo que quer ver o Parkour se desenvolvendo e ganhando cada vez mais espaço e adeptos pelo mundo, independe de sexo.</p>
<p>Às vezes estamos tão inseridos no meio que nem percebemos que fazemos essas separações (deixando claro que necessidades especiais devem ser superadas). Não precisamos criar mais barreiras do que as que já existem pelo mundo. Afinal, o Parkour é uma prática que preza pela união e não o contrário.</p>
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		<title>E assim começamos..</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 05:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>
		<category><![CDATA[Treino Físico]]></category>
		<category><![CDATA[parkour]]></category>

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		<description><![CDATA[Me seguro muito para não escrever sobre os treinos e sobre tudo o que passamos no começo do Parkour por aqui. Acho que pode soar mal interpretado, exagerado e até mesmo egocêntrico. Sofremos muito, e aprendemos muito com tudo o que fizemos. Cada gota de suor que caiu naquele chão contribuiu para tudo o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/06/one_thousand_25-e1305061183984.jpg"></a><a href="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/06/one_thousand_33.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-824" title="one_thousand_33" src="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/06/one_thousand_33.jpg" alt="" width="450" height="600" /></a></p>
<p>Me seguro muito para não escrever sobre os treinos e sobre tudo o que passamos no começo do Parkour por aqui. Acho que pode soar mal interpretado, exagerado e até mesmo egocêntrico. Sofremos muito, e aprendemos muito com tudo o que fizemos. Cada gota de suor que caiu naquele chão contribuiu para tudo o que sou hoje em dia. Cada um que ralou a mão naqueles muros contribuiu para a força que tenho, determinação que adquiri, e todo o conhecimento que o Parkour me trouxe, relatos como esse que se segue, me fazem lembrar de como somos fortes.</p>
<p>O André, foi um dos bons amigos que o Parkour me trouxe, e com a vida cada vez mais corrida nos vemos apenas em encontros casuais pela rua, mas sempre conversamos com um respeito e carinho enorme. O André me mandou esse texto e fiquei bastante comovido com o conteúdo, me trouxe várias lembranças maravilhosas, e acho que seria injusto não compartilhar isso com vocês.</p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;"><br />
</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Esta é uma mensagem e agradecimento de quem iniciou e está até hoje no caminho do Parkour.</span></p>
<p><span style="color: #808080;"> </span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Meu nome é André (Ninja), e alguns dos  antigos aqui de Brasília me conhecem, sou de Sobradinho – Df e treino desde início de 2006, sempre influenciado pelos filmes(Principalmente Jackie Chan, nada a ver com PK, mas só aquilo já achava demais!). Ví uma reportagem sobre essa “prática” pulei da cadeira dizendo: &#8220;CARALHO! É ISSO! É ISSO AÍ! as  TÉCNICAS que o JACKIE CHAN  FAZ!&#8221;  (Nada a ver, olha a falta de informação na merda que dá ). Após tentar achar incansavelmente informações corretas sobre Parkour que na época eu não sabia que era este nome, nem tinha idéia quem e o que era David Belle, Foucan,Yamakasi, Método Natural e etc.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Depois de procurar e não achar nada direito eu consegui iniciar os treinos graças ao contato no Orkut do pessoal de Sobradinho -DF que estava iniciando também. Nosso primeiro “treino” foram apenas Landings, saltos de precisão e mais Landing, coisa besta, ridícula. Foram 50 landings de uma altura de 1,50m e depois os saltos de precisão e depois mais landings. No final eu falei: “Só isso? É isso? Se for assim vai ser tranqüilo”. Eu já com 7 anos de artes marciais nas costas pensava que aquilo não ia fazer nem cócegas, MEU IRMÃO, no outro dia eu acordei QUEBRADO! PQP! Eu falei: “Mas que porra é essa bixo? Aqueles saltinhos acabaram comigo! Como pode! Sempre treinei muito, trabalhei muita perna, corri, lutei, 7 anos de artes marciais! como pode!? ”. É diferente, a musculatura trabalhada é diferente! A intensidade, é totalmente diferente de qualquer outra atividade,  fiquei indignado, e ao mesmo tempo louco para treinar mais, para mim tudo que me faz ficar quebrado, acabado, me põe no chão e me faz ficar mais forte é digno de ser treinado e vale a pena.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Depois de saber o que era essa prática vendo alguns vídeos na internet e algumas informações eu percebia que aqueles saltos, pulos, movimentos, o cara para fazer isso precisava ser forte, para aguentar os impactos e a intensidade dos movimentos. Com o pouco que eu tinha(na verdade, NÃO TINHA NADA!), vi que precisava de mais conhecimento, e de alguém bem mais experiente e que pudesse me explicar realmente o que era Parkour e como treinar. Depois de saber onde encontrar tive a sorte e oportunidade de treinar com os melhores caras que conheço, sou grato a tudo que aprendi(e aprendo até hoje) com eles. Iniciei os treinos com o Beto(Alberto), Alex Pires, Bernardo, Breno, Santigas, Alan. Lá nos treinos eu sentia a essência de um treino. Sem frescura, pesado, puxado, desafiador, que te colocava no limite. Um dos vários treinos que tínhamos a exemplo, era o famoso “círculo maldito”, eu pensava sempre “CARALHO! ESSE É O TREINO! É ISSO QUE EU QUERO!”. Sempre que eu voltava de um treino ou da 308 ou 303 sul, no outro dia eu acordava quebrado, morto e querendo mais!</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Como eu já vinha de uma doutrina de arte marcial, de disciplina, respeito, muito treino, sem moleza. Eu me identifiquei muito com o Beto(tenho muito respeito por esse cara, devo muito a ele, é umas das únicas referencias de responsabilidade que eu indico para quem me pergunta. O Beto que também vinha de uma linha assim, sempre focado, sério, os treinos  tinham que ter disciplina e ralação total, e nada de moleza, preguiça e desculpa.  Não tinha espaço para isso nos treino, coisa que eu concordava(e concordo até hoje, claro que mais brando, respeitando um pouco os limites dos outros). Era lei da natureza mesmo, sobrevivem os mais fortes(tanto física quanto mental) e os que não aguentavam eram “eliminados” . Mesmo que fosse um pouco desigual com as outras pessoas, isso forçava os que treinavam para valer a ter uma evolução muito grande. O negócio era ser bruto mesmo, e era o que eu queria! Ficar mais forte! Bruto! Para aguentar o tranco dos movimentos, ir mais longe e mais rápido.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Ultimamente ouvi a todos os “PODKAST  COM K” e o melhor foi sobre a BRUTALIDADE , que era(e ainda é) desse jeito em alguns treinos. Lembro que quem me ensinou sobre como ser bruto foi o Beto, e claro o Alex Pires, lembro uma vez que estávamos treinando “saut de bras” e o Alex estava comandando o treino, eu praticamente não falo durante o treino, para mim treino é hora de treinar e não de falar. Mas naquela hora fui explicar para outro iniciante sobre a pegada do movimento e o Alex me pegou na hora que eu estava de pé falando de técnica. Ele chegou perto de mim e falou: “Ow  já que você tá falando de técnica aí, sabe uma técnica boa para você ficar forte?” eu pensei : &#8220;Caraca, quero saber&#8221;, e falei para o Alex: “Sério? Que técnica é?, Fala aí”, ele falou bem sério e rápido: “treina mais e fala menos!” e saiu. PQP! Era uma brutalidades assim, e eu saiba que o negócio era esse mesmo. </span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Lembro que na época estava a sensação do “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Sj1wLz5BJOM">Planche</a>” lá na 308, nas  árvores, quase todo mundo já conseguindo fazer o bendito do “Planche”  que era um marco na época! O Beto ainda fazia por etapas! (faz tempo  mesmo) fazia primeiro com um braço e depois o outro, ele fez uma assim  para me mostrar. Daí o Alex chegou e falou: “quando vocês estiverem bons  eu ensino a fazer isso” e já fez o “Planche ” com os dois braços e de  uma vez só! E todo mundo: “Caralho! Que escroto!” Porra! O FDP já estava  lá na frente do pessoal, em um outro nível, daí eu perguntei: “Caraca!  Como se faz isso?” O Alex falou: “é fácil, SOBE!”. Eu falei: “Pô bixo,  mas como eu faço para subir?”, Ele veio de novo e falou: “Bixo, Sobe!  PEGA E SOBE!”. Daí depois de algumas tentativas frustradas fui no Beto e  falei: “Ow Beto, como faço para subir com Planche?”, e para mim como o  Beto já estava começando e já sabia como fazer eu esperava já sair do  treino com alguma dica, daí o Beto falou: “Ah Véi! É fácil pega e SOBE!”  ¬¬. PQP! Resultado, voltei para Sobradinho com isso na cabeça. Eu não  ia parar enquanto não conseguisse fazer o “Planche”, fiquei 1 mês!  praticamente todos os dias tentando fazer, treinava barra  incansavelmente, e finalmente consegui fazer! Subí com um braço e depois  outro! Depois voltei para 308 já para acompanhar os caras fazendo o  bendito do Planche, depois do treino pesado, comentei  que já estava  subindo com um braço e depois o outro. Daí o Beto falou: “Pô, muito bom,  é isso aí! Agora você tenta fazer assim” e já subiu com os dois braços  em um movimento fazendo o “Planche”! Caraca! O cara já estava lá na  frente! E era isso que me estimulava! Eu chegava e via um novo  movimento, técnico ou exercício, que eu ainda não conseguia fazer,  voltava para casa, treinava, treinava e treinava até conseguir. Quando  eu voltava já fazendo, os caras já estavam em outro nível, e isso força  agente a sempre evoluir. Pena que não pude treinar todos os dias com  ele, se não minha evolução seria estupidamente maior. Para os iniciantes  que estão vindo agora, aproveitem a oportunidade de treinar com esses  caras, vocês vão evoluir muito rápido!</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Depois foi a hora de tentar o Planche completo. Tentei, tentei, e tentava de todos os jeitos e não conseguia. Ralei pra caralho. Depois em um outro treino qualquer na 303, já no final desse treino, só estava Eu, o Beto, Alan e mais um que não me lembro. Eu sei que conversando com eles, eu falei que estava treinando direto e não conseguia fazer Planche, daí o Beto me deixou tentando um monte de vezes sem conseguir e eles fazendo tudo. Eu pensando comigo: “como eles estão conseguindo??” no final o Beto deu aquela dica da jogadinha do joelho ou do balanço, e na segunda tentativa eu consegui! PQP! Foi tão tranquilo que não fiz quase nenhuma força, foi “fácil” porque eu já estava treinando e tentando há muito tempo! Se eu não estivesse ficado esse tempo todo treinando para conseguir sozinho eu poderia não conseguir mesmo com as dicas. Depois de comemorar falaram aquele antigo lema:  “No parkour para você conseguir fazer um, você tem que fazer no mínimo três e seguidas! Sem errar nenhuma entre as três”. Essa sensação é indescritível. Vencer algo que você está ralando e treinando pra caralho, só quem treina que sabe.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Treinar duro, sem frescura, indo além do limite, se desfazendo de qualquer fraqueza ou desculpa é importante. Essa brutalidade é importante. Lembro que várias vezes existiam os treinos noturnos, e eu VIBRAVA COM ELES! Teve uma vez em que fizemos um treino e um deles era o seguinte: &#8220;Serão 100 “Saut de Bras”, só a subida e SEM BRARULHO! Se alguém fizesse barulho, nós iríamos fazer mais 10, e todo mundo ia fazer! Era madrugada, qualquer raspada no muro fazia um puta barulho, só quem quer ser melhor vem treinar nesses momentos. Lembro que estávamos tão alucinados com os treinos que fazíamos de propósito barulho para fazermos mais 10! Lá pelas quase 03:00 da madrugada, e eu tinha que estar no serviço as 07:00 da manhã. Estávamos treinando equilíbrio no <a href="http://1.bp.blogspot.com/_8FV9wiU17_A/TJEjBzRy2sI/AAAAAAAAAEs/fvBYVh-Fnhs/s1600/308+Sul.bmp" target="_self">círculo de areia na 308</a>, iríamos fazer 50 voltas para um lado e 50 voltas para o outro lado, Sem cair! No finalzinho a maioria já morto, muitos com sono, alguns parando no meio do treino, e para os que se mantinha em pé, o lema era “faça e não reclame!”. No final só quem não perdeu o equilíbrio e não caiu fomos Eu e o Beto. Lembro que nessa época já estávamos em um nível de brutalidade foda, teve um momento nessa noite que algumas pessoas chegaram para mim e falaram: “André, vê se vc consegue falar com o Beto, ele tá muito bruto com o pessoal”. Eu parei.. Olhei, já estava quebrado e já no final do treino, ainda concentrado, falei  no extinto: “Sim, e daí? Quem não aguenta sai”. Não tinha desculpa, tem que fazer, então tem que fazer, e só.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Uma coisa que muitos iniciantes não entendem, não gostam, desistem, reclamam, é justamente isso: “Pô, se já tem um jeito fácil de fazer, para que sofrer tanto? Para que treinar tanto?”. É justamente para você dar valor aos treinos, se conhecer, batalhar e ralar por você mesmo até conseguir chegar por seus próprios méritos. Com isso você desenvolve e caleja seu espírito, você não desiste por qualquer coisa. Você aprende a cair, levantar, e seguir em frente. Você sempre vai tentar ir além do que seu corpo consegue.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Ser forte não é ter só força física, ser rápido, fazer tudo. Ser forte é você apanhar, cair, levantar, apanhar, cair, levantar de novo e continuar aguentando. Até  um nível tal, onde não vai ser qualquer coisa que vai te derrubar.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Muitos falam que Parkour é para qualquer um, mas NÃO É! Parkour é para quem está disposto a ralar, sentir dor, cansaço tanto físico quanto mental , é para quem consegue desenvolver um espírito lutador, quem está disposto a sofrer para atingir um objetivo. Parkour está disponível para todos que querem, MAS os que querem devem se transformar ou desenvolver essas e outras “qualidades” . De aguentar a dor, ralar, ralar, ralar, não desistir e etc&#8230; e isso é possível! Conheci muitos que nunca tiveram alguns dessas qualidades que desenvolveram com o treino, incentivo e perseverança.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Atualmente temos a consciência de que contra-balanceando a exigência dos treinos e a disciplina, com as limitações das pessoas conseguimos equilibrar e  desenvolver qualquer pessoa que se identifique. Até mesmo algumas (não todas) que inicialmente não durariam muito tempo no “sistema antigo ” que ainda é pelo menos para mim, o que funciona! Infelizmente com o tempo que tenho, e as vivências que tivemos, MUITOS  ficaram, ficam e vão ficar pelo caminho. </span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Parkour não é para qualquer um! Parkour é  para TODOS, todos que estão dispostos a se tornarem mais fortes.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Quero parabenizar e dizer que o trabalho sério, bem feito, com espírito forte e fiel as origens do Parkour. Como os grande que tive a oportunidade de aprender, sempre se desenvolvendo aprimorando suas as técnicas com os melhores do mundo. Como foi a vinda do <a href="http://www,movnat.com" target="_blank">Erwan (Método Natual/MovNat)</a> e do <a href="http://www.parkourgenerations.com/users/Thomas">Thomas Coeutdic</a> aqui para o Brasil que foi uma das melhores experiências que já tive, e aprendi muito. Esse trabalho dá frutos e se perpetua. Por mais que, de 30 que iniciem e reste apenas 1, esse único que durou leva o legado para frente. Um exemplo disso é um cara que se tornou um dos melhores atualmente, grande  Maurício! Lembro a primeira vez que vi o cara, depois do treino pesado, estávamos quebrados e faltavam 100 landings, terminamos os 50 primeiros, o Beto falou para dar um intervalo, assim que nós sentamos o Maurício que estava iniciando chegou para o Beto e perguntou: “Cara, eu posso terminar os outros 50 agora? É que eu tenho que ir para casa”. O Beto falou que sim e  o cara voltou a fazer os outros 50 como se fossem os primeiros! Eu olhei pro Beto e ele falou: &#8220;Caralho véi!&#8221;, Eu fiquei impressionado também, e na mesma hora eu pensei: &#8220;o cara tem fibra, se ele continuar treinando assim, vai ficar monstro ” Dito e feito! Hoje o cara tá mandando muito bem. Quem inicia certo, termina certo!</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Por mais que eu não mantenha contato, eu continuo, sempre treinando, saltando por aí, e ajudando os que querem iniciar a treinar, do mesmo jeito que me ajudaram quando iniciei.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Os “PODKAST COM K” estão ótimos e de parabéns.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">PARABÉNS BETO !!! PARABÉNS A TODOS QUE CONTINUAM COM ESSE TRABALHO !!! Parabéns ao “DECIMADOMURO”, “PULO DO GATO”,  “PKMAX”, “Geração Tracer” “Movimente” e tantos outros que continuam com esse trabalho.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">Grande abraço</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #808080;">FORÇA SEMPRE!</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Parkour que você deveria procurar</title>
		<link>http://decimadomuro.com/2011/05/o-parkour-que-voce-deveria-procurar/</link>
		<comments>http://decimadomuro.com/2011/05/o-parkour-que-voce-deveria-procurar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 18:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acredito que poderia transformar este post em algo bem mais especifico, e talvez faça isso depois. Vim pensando na quantidade de habilidades que adquiri a partir do Parkour e que em nenhuma outra disciplina eu vi acontecer, algo que está presente no mindset(1) do Parkour, e que faz com que toda nossa experiência seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" title="danny" src="http://farm4.static.flickr.com/3009/2691773399_1df8ce118d.jpg" alt="" width="447" height="381" /></em></p>
<p>Eu acredito que poderia transformar este post em algo bem mais especifico, e talvez faça isso depois. Vim pensando na quantidade de habilidades que adquiri a partir do Parkour e que em nenhuma outra disciplina eu vi acontecer, algo que está presente no <em>mindset(1)</em> do Parkour, e que faz com que toda nossa experiência seja muito maior do que simplesmente atravessar um percurso de um ponto a outro, maior do que subir muros, maior do que tudo o que normalmente buscamos dentro do parkour, e isso é o que deveríamos buscar verdadeiramente.</p>
<p>Parkour é uma atividade apaixonante, poucas pessoas que se aventuram em um treino de Parkour (<em>eu falo TREINO, de verdade sabe?</em>) não entram de cabeça buscando o máximo de informação possível, e talvez todas essas habilidades façam parte do pacote inicial que encanta tanto os novatos, e que passam despercebidas pela falta de abordagem relativa a isso, tudo isso que vou falar, já vi alguém citando, mas resolvi fazer minha própria síntese.</p>
<blockquote><p>existem coisas muito importantes: o toque, a sensibilidade, e o condicionamento físico</p>
<p style="text-align: right;">Stephane Vigroux</p>
</blockquote>
<p><strong>Awareness(2)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>No Parkour essa sensação é notável desde o inicio, quando se aprende os primeiros movimentos, e começamos a fazer os primeiros saltos, rapidamente começamos a associar o mundo exterior com essa liberdade de se movimentar pelas estruturas disponíveis na rua, pelo que antes passávamos e não percebíamos. Tudo isso gera um estado constante de observação, de percepção. Vemos coisas que o resto do mundo normalmente ignora, esquece, deixa pra trás.</p>
<p>Lembro claramente das minhas primeiras semanas de parkour, que deixei de andar olhando pra frente e comecei a olhar tudo ao meu redor, o topo dos prédios, imaginar a distancia que teria de uma ponta a outra, quanto eu precisaria treinar para conseguir, qual seria a sensação de fazer cada um dos saltos que eu via. Procurava a todo instante pontos que pudessem servir de obstáculo, situações que pudessem exigir algum tipo de habilidade. E este relato se repete a cada novo praticante que vejo começando no Parkour. Nós vemos uma cidade diferente, da forma que um cidadão comum vê, e se não vê, ainda não sabe o que é o Parkour.</p>
<p>Com o passar do tempo esta forma de procurar obstáculos ao seu redor é substituído por uma noção de emergência, uma forma de imaginar sempre &#8220;por onde eu iria sair se acontecesse alguma coisa aqui?&#8221;, então você acaba se tornando mais atento para tudo que está ao seu redor a todo momento, e normalmente com um bom plano de fuga para se alguma situação ímpar acontecer. É algo natural, e normalmente é feito como uma brincadeira mental, formulando planos, e estratégias em sua própria ficção mental.</p>
<p>Outra percepção que adquirimos é uma noção bem particular de distância, sabemos com um simples olhar se conseguimos ou não alcançar algum ponto. Sabemos com o olhar as distâncias medidas com nossos próprios pés, &#8220;Daqui até aquela parede tem 9 pés&#8221;, não adianta, a gente sempre acerta. Esse tipo de noção foi amplificado quando paramos de medir, associamos essa necessidade com a possibilidade de uma emergência, e passamos a simplesmente olhar e saber. Tracers são máquinas de cálculos visuais.</p>
<p><strong>O toque e a sensibilidade</strong></p>
<p>Existe uma habilidade adquirida que é fantástica, e que fui apenas perceber quando um amigo me disse para treinar isso ativamente e não simplesmente deixar acontecer. A capacidade de saber exatamente a textura, a consistência, a capacidade de aderência, e a integridade de uma superfície sem nunca ter tocado.</p>
<p>Sabemos que muros chapiscados aderem demais, e que se chegarmos com muita força provavelmente vamos machucar os pés. Muros brancos pintados de cal aparentemente são aderentes, mas quando os pés tocam a parede deslizam rapidamente para baixo. Sabemos que alguns tipos de arvores tem galhos finos porém super resistentes, e que alguns galhos aparentam bastante rigidez mas quebram facilmente com qualquer força sobre ele. Necessitamos o tempo todo de uma sensibilidade a mais do que a comum para não termos surpresa durante os saltos, e que para nosso objetivo maior que é estar preparado para situações de emergência, saber onde pisamos é uma chave de ouro.</p>
<p>No começo fazemos isso naturalmente, e com a experiência aprendemos que determinadas superfícies são mais escorregadias, ou mais aderentes. Sabemos que esse tipo de <strong><em>Percepção</em></strong> nos é necessário, e que pode nos manter longe de acidentes. Mas uma vez que treinado, esse tipo de habilidade pode ser ampliada de uma forma fantástica, tocar as superfícies, sentir e absorver esses padrões deve se tornar um hábito, até tudo isso ficar automático, e você simplesmente saber se pode fazer ou não um salto para determinado lugar apenas com a análise visual, sabendo se vai escorregar demais, ou aderir demais.</p>
<p><strong>Brutalidade e Força</strong></p>
<p>Como sempre faço questão de dizer, poucas pessoas são tão fortes como os tracers. Temos algum distúrbio gerado pela forma com que nos desenvolvemos, e que faz nosso referencial de força, esforço, exercício físico e dedicação serem um pouco deturpadas. É muito comum tracers fazerem séries longas de exercício que parecem mentira para as pessoas de fora, quem não está nesse meio se assusta com o que fazemos.</p>
<p>Tracers buscam sempre alcançar o máximo de força possível, e todo mundo dentro do parkour acha que pode ser cada vez mais forte, e fazer cada vez mais coisas, ou você conhece muito mais gente que se junta com os amigos num domingo para fazer 500 flexões? ou 100 repetições de algum movimento? carregar o amigo escada acima, correr descalço, fazer barras com 10/20 kg extra? Tudo isso pelo simples prazer de fazer, de uma forma até sádica, tracers tem prazer no suor, e no esforço. Todo mundo se espanta com os feitos executados pelos tracers, e esse espírito é o ponto máximo do Parkour para mim. Buscar ser o mais forte possível, sempre.</p>
<p>Temos uma capacidade de ir atrás do que queremos invejável, acreditamos em um objetivo e trabalhamos arduamente pelo menos objetivo por meses, simplesmente para fazer um único movimento, ou um obstáculo especifico. Não viramos as costas e vamos embora, permanecemos fazendo 10, 20, 100, 300, 1000 repetições, não simplesmente até conseguir, mas até fazer da forma mais limpa e perfeita possível, o importante não é só acertar, mas tornar tão natural que seja impossível errar.</p>
<p><strong>O que devemos buscar</strong></p>
<p>Tracers em sua maioria são formados na rua, no asfalto, com as mãos sangrando pelos calos arrancados no muro, com muito suor e sujeira. Aprendemos a ser resistentes e menos frescos, saímos da nossa zona de conforto, das roupas limpas, da calçada e da escada, e passamos a enxergar um mundo bem mais completo e cheio de aventuras, descobrimos uma nova dimensão dentro do mundo aonde sempre vivemos, e que agora nos fascina por sua total complexidade.</p>
<p>Falamos muito em um Parkour simples e direto, buscando eficiência e e agilidade, mas tudo isso gera um reflexo em nossas vidas pessoais que sabendo como buscar, compartilhando, podemos aproveitar muito mais. Devemos ficar atento para os aspectos secundários do Parkour, e aos benefícios extras que conseguimos durante os treinos. Existem vários outros além dos que citei, lembra de algum? compartilhe!</p>
<p><em>(1) Mindset = algo como a forma de pensar, a mentalidade envolvida.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>(2) Awareness: Serve para descrever um estado de consciência, de percepção, da capacidade de perceber as coisas ao seu redor.</em></p>
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		<title>Parkour no Papo de Homem</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 00:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevo para a considerada então, a melhor revista online brasileira, o Papo de Homem. Recebi uma proposta de pauta que envolvia esse assunto que vivo a tantos anos e não pensei duas vezes em escrever da melhor forma possível um texto que servisse de porta de entrada para o Parkour, um texto de parkour para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevo para a considerada então, a melhor revista online brasileira, o <a href="http://www.papodehomem.com.br">Papo de Homem</a>. Recebi uma proposta de pauta que envolvia esse assunto que vivo a tantos anos e não pensei duas vezes em escrever da melhor forma possível um texto que servisse de porta de entrada para o Parkour, um texto de parkour para não interessados, pessoas que leriam casualmente.</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/salto-sobre-telhados-guia-de-sobrevivencia/">E esse foi o resultado:</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Path of Least Resistance</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 19:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[parkour]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos melhores vídeos sobre parkour que já assisti, todos deveriam ver. Infelizmente só em ingles]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos melhores vídeos sobre parkour que já assisti, todos deveriam ver.</p>
<p>Infelizmente só em ingles <img src='http://decimadomuro.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>Academia de Parkour &#8211; Tracer</title>
		<link>http://decimadomuro.com/2011/04/academia-de-parkour-tracer/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 04:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Abril, inaugura em São Paulo a primeira academia de Parkour do Brasil! Quem quiser começar, pode ir nas aulas gratuitas na primeira semana e aproveitar os descontos de Inauguração. Mais informações: www.tracer.com.br&#8221; Parabéns pela iniciativa!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Abril, inaugura em São Paulo a primeira academia de Parkour do Brasil! Quem quiser começar, pode ir nas aulas gratuitas na primeira semana e aproveitar os descontos de Inauguração. Mais informações: <a href="http://www.tracer.com.br" target="_blank">www.tracer.com.br</a>&#8221;</p>
<p>Parabéns pela iniciativa!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Treino &#8211; A sagrada autoconstrução</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 11:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fillipe Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevi esse texto a alguns meses, inspirado numa antiga postagem do pulodogato a respeito da conduta dos tracers em seus locais de treino. Vejo como uma verdadeira crítica pessoal quanto a minha incoerência quanto ao respeito que, outrora, pregava durante o treino. Naqueles dias, o tempo afastado me fez esquecer que manter certos valores acesos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="foto:  http://www.flickr.com/photos/32735009@N04/3268406141" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-771" title="3269231204_ce1d7462f1" src="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2011/03/3269231204_ce1d7462f1.jpg" alt="" width="286" height="428" /></a>Escrevi esse texto a alguns meses, inspirado numa antiga postagem do <a href="http://pulodogato.parkour.com.br" target="_blank">pulodogato</a> a respeito da conduta dos tracers em seus locais de treino. Vejo como uma verdadeira crítica pessoal quanto a minha incoerência quanto ao respeito que, outrora, pregava durante o treino. Naqueles dias, o tempo afastado me fez esquecer que manter certos valores acesos impede o descaminho do pensamento.</p>
<p>Venho de uma família é meio tradicionalista, e quando estou à mesa com meus avós, não devo mastigar de boca aberta. Quando chego do treino suado, sujo e sem camisa, é possível ver o desagrado estampado no rosto das pessoas à mesa. Isso porquê nossos antepassados tinham o entendimento de que a hora da refeição era uma hora “sagrada”, e nós negligenciamos isso!</p>
<p>Mas se pensarmos o que significa a hora de comer, entre as pulsões de vida e morte descritas por Freud, temos aqui um ato de “autoconstrução”. Logo respeito não é somente para com os outros, mas também para consigo mesmo. Isso nos remete ao respeito que os indígenas têm pelo seu alimento. O mesmo ocorre durante uma aula, por exemplo, com sua conduta de respeito para com o conhecimento, personificado na figura do mestre.</p>
<p>Por que treinamos? Por mais que sejam múltiplas as respostas, todos têm o objetivo de evoluir de alguma forma. Quem somos? Pode ser meio estranho<br />
pensar assim, mas peço que reflita na seguinte frase: “Hoje eu sou o UM de ontem agregado a autoconstrução de hoje, para ser o UM de amanhã. Podemos resumir como: “Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje.” Devemos seguir essa linha de aprender e evoluir a cada dia de forma constante, e no treino vivemos isso de forma palpável. Portanto como não evidenciar o treino como uma autoconstrução e até mesmo como algo sagrado em nossas vidas?</p>
<p>Assim como um samurai observava o Bushido de forma espiritual, você deve ver o seu treino. Se agora seu treino passou a ser sagrado, os seus atos devem construí-lo como um homem, ou uma mulher, de verdade, que não vê seus atos como “simples atos” e sim como rituais. Nosso respeito é observado em todos os momentos e, como os guerreiros da antiguidade, devemos ter firmes a honra, a moral e a ética. Pois a postura que você tem perante o seu treino influi diretamente em como você é visto pelas demais pessoas.</p>
<p>Assim o local de treino passa a ser igual a mesa de jantar de nossa casa. Todos sabem que não defecamos onde comemos! Logo, não adotamos certas atitudes onde treinamos, pois esse local deve ser puramente preservado e respeitado como nossa casa. O local de treino é nosso templo, nosso tatame. Tire os sapatos para pisar no tatame!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Saindo do Sedentarismo (Ciclo Negativo)</title>
		<link>http://decimadomuro.com/2010/11/saindo-do-sedentarismo-ciclo-negativo/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 16:05:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fillipe Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>
		<category><![CDATA[parkour]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sedentario]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas não praticam exercícios. Seus motivos são variados, mas podemos pontuar duas possibilidades básicas: a falta de tempo e o cansaço. Logo, com seus motivos estabelecidos, o sedentário entra no que podemos chamar de Ciclo Negativo. Nesse Ciclo o indivíduo cansado ou sem tempo não treina, conseqüentemente, reduz suas capacidades físicas e mentais, ficando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2010/11/SS_PR_090911heartdisease_sedentary.jpeg"><img class="alignright size-full wp-image-742" title="SS_PR_090911heartdisease_sedentary" src="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2010/11/SS_PR_090911heartdisease_sedentary.jpeg" alt="" width="300" height="300" /></a>Muitas pessoas não praticam exercícios. Seus motivos são variados, mas<br />
podemos pontuar duas possibilidades básicas: a falta de tempo e o<br />
cansaço. Logo, com seus motivos estabelecidos, o sedentário entra no<br />
que podemos chamar de Ciclo Negativo. Nesse Ciclo o indivíduo cansado<br />
ou sem tempo não treina, conseqüentemente, reduz suas capacidades<br />
físicas e mentais, ficando menos funcional por uma ausência de<br />
estímulo. Com o passar do tempo, passa a se cansar cada vez mais<br />
facilmente, podendo levar mais tempo para concluir uma tarefa, pois<br />
durante esse tempo sem estímulo, seu suprimento de energia se tornou<br />
cada vez mais limitado, gerando falta de ânimo e o reinício do mesmo<br />
ciclo. Com o passar de meses e anos, a situação se agrava ainda mais.<br />
Essas duas possibilidades são congruentes no termo “Falta de<br />
iniciativa”.</p>
<p>Pois então, se você é sedentário e não quer permanecer nessa situação,<br />
há uma enorme infinidade de atividades em que você pode ingressar<br />
(parkour é uma delas). Para escolher uma atividade, procure por<br />
informações, pessoas sérias que pratiquem há mais tempo, e aulas<br />
experimentais, para que possa então examinar se há alguma afinidade.<br />
Mas não reduza sua escolha apenas pelo primeiro contato. Pois é lógico<br />
que não vai chegar em sua aula de parkour e “ownar*” o seu instrutor,<br />
e ser indisciplinado apenas fará com que você não realize atividade<br />
alguma. (Se estava pensando assim, recomendo que retorne ao primeiro<br />
post desse blog e leia um post por dia!).</p>
<p>Um fator importante, não só a escolha da atividade, mas também para<br />
definir como você vai vivenciá-la, é estabelecer seus MOTIVOS. Se você<br />
escolheu ingressar no Parkour, defina o que pretende ganhar e saiba o<br />
que certamente irá perder. Claro que há escolhas lógicas! Como quando<br />
você escolheu ter uma vida mais saudável, no pacote veio: boa<br />
alimentação, exercícios, bom sono, etc. Mas há escolhas mais<br />
especializadas que podemos chamar de metas, por exemplo: “Quero correr<br />
40 km todos os dias!” Logo vou estimular mais as fibras curtas e menos<br />
as longas, ficando com um corpo mais esguio e definido.<br />
Mas se você pretende mesmo correr 40km todos os dias, tem que estar<br />
atento ao fator “tempo”. Na nossa vida podemos definir como treino<br />
ideal um treino intenso e de curta duração, gerando o máximo<br />
aproveitamento. Para solucionar esse problema devemos nos organizar. O<br />
homem inventou um item com a finalidade de facilitar essa organização.<br />
Chama-se “Agenda”. Use-a da melhor forma possível e anote tudo,<br />
dividindo o seu dia em fatias, com horário de início e fim de cada<br />
atividade. Defina até mesmo o sono e o descanso.</p>
<p>Se você já viu seus motivos, escolheu suas atividades, definiu suas<br />
metas, e organizou o seu tempo, está na hora de saber que: Não vai ser<br />
fácil! Pois para chegar ao Ciclo Positivo será necessária uma intensa<br />
força de vontade no movimento inicial. Na busca por sair do “ponto<br />
inicial”, devemos procurar nos sentir com energia para treinar e volta<br />
a treinar nos dias seguintes. Lentamente acabará se tornando mais<br />
ativo. Sendo mais funcional e mais capaz, e aumentando sua capacidade<br />
física, efetuará suas atividades diárias com pequena parte de suas<br />
capacidades gerais, sobrando uma reserva energética superior àquela<br />
que tinha quando não treinava.</p>
<ol>
<li><em>Ownar*: Vencer facilmente, mostrar como se faz, destruir, esmagar.</em></li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		<title>Podkast com K – 007 – Organize seus Treinos</title>
		<link>http://decimadomuro.com/2010/10/podkast-com-k-007-organize-seus-treinos/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 16:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Começando]]></category>
		<category><![CDATA[PodKast com K]]></category>
		<category><![CDATA[podkast]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá PKMs. Esse é o Episódio 07 do PodKast com K em que discutiremos sobre como organizamos nossos treinos. Além de Alberto Brandão (Decimadomuro) e Bruno Rachacuca (PKMAX Parkour), conta-se também com a presença de Daniel Carvalho (PKMAX Parkour). Conversa-se aqui sobre metas para o treino, dicas para alcançar essas metas, tipos diferentes de treino, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá PKMs.</p>
<p><a href="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2010/10/podkast-episdio-071.jpeg"><img class="alignright size-medium wp-image-735" title="podkast-episdio-07" src="http://decimadomuro.com/wp-content/uploads/2010/10/podkast-episdio-071-300x242.jpg" alt="" width="300" height="242" /></a>Esse é o Episódio 07 do PodKast com K em que discutiremos sobre como organizamos nossos treinos. Além de Alberto Brandão (<a href="http://www.decimadomuro.com/" target="_blank">Decimadomuro</a>) e Bruno Rachacuca (<a href="http://www.pkmaxparkour.com/samba/" target="_blank">PKMAX Parkour</a>), conta-se também com a presença de Daniel Carvalho (PKMAX Parkour).</p>
<p>Conversa-se aqui sobre metas para o treino, dicas para alcançar essas metas, tipos diferentes de treino, força, potência, velocidade, exaustão etc.</p>
<p>Links dos assuntos discutidos:<br />
Gym Jones - <a href="http://www.gymjones.com/" target="_blank">http://www.gymjones.com/</a><br />
Gym Dan - <a href="http://tinyurl.com/GymDan1" target="_blank">http://tinyurl.com/GymDan1</a><br />
Jason Ferrugia -<a href="http://jasonferruggia.com/" target="_blank"> http://jasonferruggia.com/</a><br />
Chad Waterbury - <a href="http://jasonferruggia.com/top-5-fat-loss-myths-by-chad-waterbury/" target="_blank">http://jasonferruggia.com/top-5-fat-loss-myths-by-chad-waterbury/</a></p>
<p>Sinta-se à vontade para nos mandar emails com sugestões, críticas, perguntas etc:<br />
<a href="mailto:alberto@parkour.com.br">alberto@parkour.com.br</a><br />
<a href="mailto:bruno@pkmaxparkour.com">bruno@pkmaxparkour.com</a></p>
<p>email do convidado Daniel Carvalho: <a href="mailto:daniel@pkmaxparkour.com">daniel@pkmaxparkour.com</a></p>
<p><a href="http://www.archive.org/download/PodkastComK-7-OrganizeSeusTreinos/PodkastComK-7-OrganizeSeusTreinos.mp3">Download</a> (Botão direito, salvar como)</p>
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