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Tô sem a Pujança!

4 mai

Vídeo lançado recenemtente no perfil do nosso amigo JJ do Rio, e passa um sentimento que eu tinha nos vídeos mais antigos de parkour. Nada cinematográfico, apenas curtição e companheirismo.

Algumas zuações, risadas. Esse é o tipo de vídeo que da vontade de passar o final de semana todo treinando com os amigos.

Detalhe para o backflip parado do JJ.

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TOP 5 Musicas para Treinar

21 abr

Musica traz ritmo e cadencia para os treinos. Quando corremos a musica controla nossa frequência e velocidade. Se ouvimos uma música agitada corremos mais rápido, se o som é calmo, curtimos o percurso com mais calma.

Todo mundo gosta de ouvir musica treinando, menos o Duddu, é impossível treinar ouvindo trilha sonora de desenhos da disney, foi mal.

Reuni 5 musicas para deixar no repeat enquanto faço o treino desse final de semana. Como me importo bastante com a batida, optei por rap/hip-hop. Com as batidas eu consigo me sentir curtindo cada momento antes mesmo de estar treinando. Cada batida um passo, cada grave uma repetição.

1. Chris Brown – Wall to Wall

Essa é tão clichê que parece que foi escrita para treinar, “De muro em muro”. Mas preste atenção na cadencia da batida, e como sua respiração pode acompanhar esse ritmo. É perfeita pra treinar.

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2. Quinto Andar – A Lenda

Essa foi a trilha sonora do meu primeiro vídeo de Parkour. Era tosco mas era lindo. Sinto uma vibe muito gostosa em simplesmente correr e me movimentar sobre os obstáculos com essa música. Ela é calma e engraçada. Ótima para descontração.

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3. Audioslave – How to live

Essa é sangue no olho.
Velocidade e agilidade, treinos de resistência, séries enormes. Fazer aquelas ultimas 15 repetições sem descansar, direto.

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4. Godsmack – You cryin’ like a bitch

Essa é para separar os homens das crianças. Essa tem a vibe da luta, de expulsar a fraqueza. Porque se você não conseguir terminar o que se propôs, a musica diz como você vai acabar: “Chorando como uma putinha.”

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5. Ludacris – When i move you Move (Stand up)

Essa é inspirada no Blane e seu vídeo “Power is nothing without control“. Me lembra quando a moda do Planche e das barras chegou ao Brasil. Eu ouço essa musica e sinto vontade de me matar na barra. Espero que desperte essa vontade em você também.

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QUE VIDEO BOM!

28 ago

PUTA MERDA, que video foda!!

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Movimento – Festival do Minuto

16 ago

Um minuto de SUCESSO!

A movimente está participando do Festival do Minuto. O festival é feito para vídeos de até um minuto de duração, que relatem sobre algum tema. No caso a movimente está do Minuto do Esporte.

- Minuto do Esporte

A idéia do vídeo é mostrar um pouco o treino, a concentração e dedicação que é necessária ao parkour. O auto-conhecimento adquirido, os momentos de tristeza e fraqueza, os momentos com os amigos, as pequenas conquistas. Tudo isso influenciando o treino do Tracer (praticante de parkour). São questões de vencer-se a cada dia, escutar-se e verificar que somos capazes de vencer nossos limites, limitações e problemas. Começamos devagar, do pequeno e podemos alçar as alturas. Basta a dedicação.

Cada centimetro, cada segundo, cada respiração… tudo isso faz a diferença.

Assistam, e votem!

Para votar é necessário criar uma conta.

Colaborem!

Visualizar vídeo – O Momento

Uma Realização: Movimente

Tracer: Rodolfo Machado
Direção Artística: Rafael Sotero e Breno Metre
Edição e filmagem: Rafael Sotero
Colaboração: Ademias Junior, Danilo Reis, Admilton Nascimento , Maurício Roboredo, Juliana Dantas, Débora Molas.

Protesto no Art of Motion

14 ago

Postei esta mensagem no facebook Parkour SP, em relação ao protesto no ART OF MOTION.

Não acho que seja o melhor lugar para postar isso, mas acho que é onde o maior numero de pessoas vão ler e ter acesso a essa mensagem, e quero que todos leiam com calma e sem emoção. Apenas leiam e reflitam.

Para os que não sabem quem sou, uma breve explicação:

Sou um dos mais antigos praticantes de Parkour deste país, se não o mais antigo(em atividade). Fui a 3a pessoa a entrar na hoje gigantesca comunidade Le Parkour Brasil, e nessa época, eu já treinava a um bom tempo. Junto com Eduardo Bittencourt, e outros dois ou três, posso ser considerado um dos primeiros praticantes desse país, se não o primeiro. Fundei a ABPK que hoje é presidida pelo Eduardo Rocha(Duddu Rocha) , e sou atual vice-presidente da associação (eleito na ultima conferencia no dia 30/7) . Em alguns meses completo 8 anos de Parkour na minha vida.

Não descordo em nenhum momento da vontade de todos vocês se manifestarem contra algo que acreditam estar errado, muito pelo contrário, sempre estimulei que os praticantes protegessem nossa arte e nossos ideais. Eu fui o primeiro dos caras chatos quanto aos ideais do Parkour nesse país, e com todo mundo para formar o ideal que temos de Parkour hoje. Eu fui o primeiro a dar a cara a tapa por dizer que mortal não faz parte do Parkour, e que Parkour não tem competição. Quem tem mais tempo de Parkour pode contar para vocês como era.

Na noite do evento Red Bull – Art of Motion, foi feita uma tentativa de protesto que mobilizou um bom numero de tracers, e um outro numero maior ainda de pessoas que não faziam a mínima ideia do que estavam fazendo. No momento eu assistia pelo livestream o evento, e só vi as pessoas subindo na estrutura no que eu achei então que fosse algo programado, alguma coisa que fosse parte do evento. Até que vi as mascaras e em meio a toda bagunça vi que tinha algo errado, mas não consegui identificar.

No final vi o Gabriel Pipolo pedindo para ninguém entrar mais e tentando fazer com que as pessoas saíssem da estrutura montada pela Red Bull para o Art of Motion, e entendi que foi uma ação que não fazia parte do evento. Mas se vocês assistirem o vídeo sem a emoção do momento, vão notar que não fez diferença nenhuma no andamento do evento para os que assistiam, foi uma ação completamente inútil, realizada da forma que foi realizada. Ninguém a não ser vocês sabem o que queriam, o que aconteceu, e muito menos o motivo de tudo aquilo.

O Evento foi primariamente realizado pela Red Bull, mas existiu um apoio massivo da comunidade Brasileira para tudo aquilo acontecer. Todos vocês ajudaram o Red Bull Art of Motion a acontecer. Quando soubemos (isso incluí TODOS os primeiros que subiram mascarados na estrutura) soubemos do acontecimento do Art of Motion, a primeira coisa que chegou para a gente foi a decisão se ajudaríamos ou não. Todos colocamos os nossos pontos, mas assumimos que ajudaríamos. Apesar de não gostarmos do formato do evento e competições, sabíamos que não poderíamos deixar o evento correr solto, sem observação de alguém da real cena do Parkour/Free Running nacional. E assim como foi, o evento teve a melhor repercussão possível, se não estivéssemos envolvidos (mesmo que alguns apenas dando opiniões), tudo seria inevitavelmente pior.

Tínhamos AMIGOS participando da competição, e sendo apoiado por nós. O comentarista do evento é uma das pessoas mais legais do Parkour de são paulo, e sem dúvida alguém que não gostaríamos de prejudicar. Um dos jurados, Jean Wainer, é um dos maiores responsáveis por todos os grandes projetos envolvendo Parkour no país, a pessoa que pelo menos nos últimos 4/5 fez vocês mais perto do sonho e dos ideais que buscam. Pensem em todos os grandes eventos de são paulo, agora pensem onde estaria a comunidade se eles nunca tivessem acontecido, A Revolução Ilabaca fez praticamente uma entrada de uma nova era, não teria sido possível.

A Manifestação, Protesto ou ação feita ontem foi tão controversa, que não consigo nem explicar abertamente o tamanho da incoerência. As mesmas pessoas que estavam venerando os competidores e os gringos, felizes para irem ao evento, treinando nas estruturas construídas para a competição. Pessoas que se inscreveram e queriam estar presente e competindo. Logo em seguida manifestando contra tudo aquilo que apoiaram. Não faz sentido.

Durante a invasão vimos um festival de acrobacias soltas, pessoas saltando pela estrutura sem propósito, e uma quantidade de atitudes que não condizem com o ideal que dizem proteger. Nada mais estranho do que ver alguém dando um “Devil Drop” para protestar contra competições no Parkour, se entende o meu ponto.

O que fizeram ontem vai sim ter impacto. A organização do evento foi questionar ao nosso amigo, porque as pessoas que estavam apoiando o evento, e até ajudaram, estavam fazendo aquela arruaça. O responsável do governo de são paulo pela Virada Esportiva também estava lá, também ficamos queimados, e podemos perder o melhor evento de Parkour que possuímos, e quem sabe todos os outros eventos com apoio do governo.

Quem vocês queriam atingir não sofreu e não vai ter nenhum reflexo da ação de vocês. Mas a comunidade brasileira de Parkour, corre o risco de perder muita coisa a partir disso. Nossos amigos que eram contratados da Red Bull foram pessoalmente cobrados pela ação de vocês. Vocês sacanearam amigos de vocês.

Não estou falando que concordo com tudo o que aconteceu, com essa associação do nome Parkour e competições, também temos os meus ideais. Mas tudo o que sempre falei, tudo o que sempre tentei fazer nesses quase 8 anos de Parkour, foi mostrar que não somos moleques. Não somos vândalos. Tentei durante todo esse tempo mostrar para o País que os praticantes de Parkour tem orgulho de serem boas pessoas. Agora vocês se igualaram aos vândalos, que fazem tudo para chamar atenção e fazer bagunça. Vestiram-se de um ideal muito bom, mas que aparentemente entendem de forma rasa todo o resto desse ideal.

Eu acho que vocês devem pedir desculpas para alguns amigos hoje.

5o Encontro Mineiro de Parkour – Fazendo História

12 ago

Todos sabemos que o encontro mineiro é famoso por nos proporcionar grandes visitas de personalidades famosas do Parkour, como Thomas ‘Des Bois’ , Blane, Vigroux, e toda essa cavalaria de peso do Parkour Mundial, pessoas com o nome mais do que fincado na história de todos que começaram a treinar a mais tempo.

Mas desta vez a equipe do PKMAX superou todas as nossas expectativas para o encontro mineiro.  Nos dias 10 e 11 de setembro o objetivo é trazer os dois nomes (dos 3 que considero) mais fortes na história do Parkour, Chau Belle Dinh e Williams Belle. Esses dois são precursores de tudo o que fazemos hoje, talvez os mais antigos praticantes ainda ativos na história da “Art du Deplacement”.

Para que isso aconteça, é necessário um apoio de toda a comunidade, para que apoie o projeto comprando uma das quotas definidas no catarse.me e colabore com o grande custo que é trazer os Yamakasi para o nosso país.

Então se você tem um trocado que pode ajudar em uma das quotas pequenas, é filho de pai rico e pode pagar um pouco mais para aumentar a probabilidade da meta ser alcançada, converse com ele e explique a importância, se é uma empresa e quer ter seu nome em um dos maiores e melhores eventos da cena de Parkour do país, está é uma grande chance. Participem!

Conheça o projeto

‘We start together, we finish together”

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Workshop – Decimadomuro – Academia Tracer

26 jul

www.tracer.com.br

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Eu estarei dando um pequeno Workshop de Parkour na sexta-feira as 19:30 na academia Tracer, em São Paulo (clique aqui para mais informações). O Treino vai ser um misto de como eram os treinos no inicio do Parkour em Brasília, mais voltados para o físico e bastante repetição e movimentação. Para quem não treina e tem curiosidade de ter um primeiro contato, é uma excelente chance para fazer uma aula experimental na primeira academia de Parkour do nosso país.

Para quem já treina é uma boa oportunidade de rever os amigos e encontrar a galera toda, conto com a presença de todo mundo!

Quando e onde?

Sexta Feira, 29 Julho, 19:30
R. Cardeal Arcoverde, 2210
– Pinheiros – São Paulo, SP
E-mail: academia@parkour.com.br
Telefone: (11) 4119-5544

O que te faz pular?

13 jul

O que te faz pular?

Tem aproximadamente dois anos que vou pelo menos uma vez por mês a um lugar onde eu sempre treino perto da minha casa. Desde que diminui meu ritmo de treinos perdi a coragem de fazer um Saut de Bras/Cat leap que sempre fiz com muita facilidade, inclusive quando “descobrimos” este salto eu fui o primeiro a fazer com muita confiança e sangue no olho.

Nesses dois últimos anos eu praticamente perdi a coragem para fazer esse salto, nunca tinha aquela vontade de fazer, nada me fazia pular daquele muro. O salto era de um muro para o outro no mesmo nível, nada de complicado, nada de difícil nisso. Eu simplesmente não me senti apto a fazer.

Enquanto eu parava para analisar o salto eu via minha mão escorregando do outro lado. Conseguia até sentir os cortes nos dedos causados pelas pedrinhas do muro chapiscado. Imaginava que era pesado demais para aquela parede, e que provavelmente o muro ia ceder quando eu segurasse do outro lado. Eu pendurava, balançava e testava tudo. Tentava me assegurar de era seguro e que não me machucaria. Pensava em todas as possibilidades de falha do salto, tudo que poderia dar errado, eu estava com medo.

Comecei fazendo de uma lateral poucos centímetros mais perto do que o salto que eu verdadeiramente queria fazer, mas nada disso funcionava. Passei quase dois anos com esse medo e pensando que não tinha motivos para fazer o salto, não valia o risco.

Nesse domingo fui ao parque com um amigo e acabamos treinando alguns saut de bras em outro ponto, então fomos para o salto que eu tinha tanto medo de fazer. Ficamos lá pensando e conversando. Então coloquei a meta de que faria aquele salto de novo em um mês. Voltaria aos meus treinos regulares, recuperaria minha confiança e faria. Ele riu de mim e disse “achei que faria hoje”.

Ficamos por volta de 30 minutos discutindo sobre o salto e os motivos que eu achava que não conseguiria faze-lo. Depois de muito conversar ele decidiu que tentaria. Fiquei feliz por ele tomar essa iniciativa e disse que provavelmente tentaria se ele tentasse. Eu não achava que ele iria tentar.

Fui lá para baixo ficar aparando a queda para caso acabasse dando errado. Ficamos lá um bom tempo e eu bem confiante de que ele não tentaria, e eu iria pra casa engolindo minha vergonha e meu medo, eu estava virando um bundão. No momento eu não estava racionalizando comigo mesmo o motivo de não querer fazer, eu só achava que iria me machucar.

Quando menos esperava, o Wendely saltou e a mão dele não fixou na parede e ele deslizou. Achei que ele não fosse tentar de novo. Subiu no muro, pensou por mais alguns minutos e saltou, agora conseguindo. Ficou brincando comigo, e então eu teria que tentar o salto como combinado.

Subi para avaliar a possibilidade, fiquei rindo falando que não faria. Perguntei até como eu poderia pagar o combinado de outra forma. Fiz todas essas brincadeiras de quando não temos culhões para fazer o que prometemos. Fiz alguns testes, pulei da lateral, desci e subi. Testei o muro e fiquei parado olhando para o muro por um bom tempo. Até que parei de rir.

Parei  para pensar de verdade no salto. Em como eu fazia tantos saltos antes e agora estava com medo. Em toda atitude que sempre tive, em toda coragem e sangue no olho.  Pensei em todos os treinos que fiz nesses oito anos e na capacidade física que tenho. Pensei em todo o preparo e quantas coisas mais difíceis já tinha feito. Parei para pensar que eu não conseguiria lidar novamente comigo mesmo.  Mais difícil do que lidar com os amigos fazendo brincadeiras, com um ralado ou uma queda, é a vergonha de não ter nem tentado. Quando percebi, estava novamente decidido a fazer o salto. Só precisava considerar algumas coisas e fazer, era isso. Sequei minhas mãos que já estavam suadas na calça, e tirei a poeira do tênis.

Enquanto respirava olhava fixamente para onde minhas mãos deveriam pegar, o suor já pingava e meu coração batia acelerado. De repente como de forma inesperada eu olhei para o outro lado e vi minhas mãos chegando, assim eu pulei.

Cheguei do outro lado de forma firme, os pés cravaram no muro e as mãos também, e em menos de um segundo já estava sentado no muro sorrindo, com a mente vazia e o coração limpo. Um sentimento de emoção e conquista que eu não me proporcionava através do Parkour há muito tempo agora tomava conta de mim. Nesses últimos dois anos que vim treinando esporadicamente só para não perder algumas habilidades eu tinha esquecido como eu podia me desafiar e me sentir bem com o parkour.

O que me fez pular foi não conseguir lidar com a vergonha, com o meu ego, comigo mesmo. Saber que foi vencido por algo que não existe e que está só na sua cabeça. Ao contrário da luta que você da a cara a tapa, bate e apanha, ganha e perde, sendo que isso não depende só de você é uma coisa. Perder para você mesmo é algo que eu realmente não soube e não sei lidar. Isso é o que me empurra, é o que me faz continuar.

Conforme ficamos mais velhos o nosso medo aumenta. Cada erro pode significar uma perda maior. Um braço quebrado representa faltar no trabalho e o risco de perder o emprego. Qualquer errinho pode representar todo seu mundo indo por agua abaixo. O que me faz pular é a confiança nas minhas habilidades e no meu treino, a vontade de mostrar pra mim mesmo que sou capaz e que eu posso.

Pessoas têm motivos diferentes para fazer as coisas. Quando você está lá no alto daquele muro pronto para fazer um salto perigoso que nunca fez antes, o que te motiva? O que faz você pular?

Depois que fiz o primeiro salto, fiz várias e várias outras vezes, como se fizesse isso desde sempre, sem medo e sem preocupações. Vai entender. O Wendely sempre repetindo “quem vê você fazendo agora, não acreditaria no que eu vi”. O do vídeo obviamente não é o primeiro salto, mas é para ilustrar o dia e o momento.

Oxente!

3 jul

Sinto um prazer muito grande quando vejo vídeos brasileiros bons e bem feitos. É importante reforçar um pouco esse patriotismo e criar ídolos nacionais para quem está vindo por ai. Somos parte de uma atividade muito nova e com poucas referências, e quem vem por ai não sabe em quem se espelhar, aonde buscar conhecimento e informação.

Freqüentemente posto e vou postar vídeos nacionais que apresentem para quem lê o blog e não conhece esses caras, quem são as referências nacionais no assunto.

Com vocês Edi.

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Mensagem

14 jun

Alguns de vocês deveriam ver isso:

é velho mas vale a pena.

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